Fornecedores de Confiança

A recompensa pela dedicação

Luciane Medeiros
19 de Março de 2014

Uma pesquisa realizada pelo HayGroup, consultoria global de gestão de negócios, aponta a atração de talentos e a visão mais ampla sobre o retorno dos investimentos, para extrair o máximo de valor dos programas de gestão de pessoas implantados, como as prioridades da área de recursos humanos para os próximos cinco anos. O estudo, denominado Próxima Geração do RH, reforça também a importância de os profissionais dessa área atuarem de forma estratégica.

Se, por um lado, essa tendência contribui (e muito) para os negócios das organizações, por outro aumenta os desafios das empresas fornecedoras de produtos e serviços para o RH. Os bons e velhos benefícios, como vale-alimentação e refeição, os programas de educação corporativa, as soluções de tecnologia ou sistemas de recrutamento e seleção – que já vêm sendo melhorados ao longo dos anos –, daqui para a frente devem ir além. É preciso levar mais inovação, resultados e maior retorno sobre o investimento das companhias contratantes. A quinta edição do Prêmio Fornecedores de Confiança, criado pela Editora Segmento e com condução técnica da 2B Brasil, reforça o fato de que para conquistar novos clientes e, principalmente, manter os antigos é preciso, sim, investir na qualidade do produto ou serviço, mas também é imprescindível buscar excelência e rapidez no atendimento e cuidar da pontualidade nos prazos e solução de problemas. Também conta bastante ter profissionais qualificados e sempre atualizados, bem como demonstrar comprometimento e proximidade com o cliente. Esses são pontos fundamentais para a criação (e manutenção) de uma relação de confiança entre fornecedor e cliente.

A pesquisa, que utiliza a metodologia Net Promoter Score (NPS), como explica o presidente da 2B Brasil José Edson Bacellar, tem como objetivo motivar as organizações participantes a se tornarem mais focadas na melhoria de seus produtos e serviços, nesse caso, específicos para a área de recursos humanos. O caminho, segundo bem disse o presidente da consultoria Empreenda, César Souza, é deixar de lado a mentalidade da “Era Industrial” que ainda predomina nas empresas e colocar o cliente no centro do organograma da companhia, criando benefícios funcionais ou emocionais. E isso é responsabilidade de todos os profissionais de uma empresa.

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