A voz deles

Caroline Marino e Cristina Morgato
23 de agosto de 2011

Alexandre Mafra, diretor de relações humanas da Totvs:

“Usamos as redes sociais para divulgação de vagas. Nos dias de hoje, trata-se de uma ferramenta fundamental para isso. Mas não as usamos para checar informações dos profissionais, pois nada substitui um bom processo de recrutamento, com entrevistas pessoais. Temos, aqui na Totvs, uma rede social corporativa, chamada By you, na qual os funcionários podem colaborar, buscar e gerar negócios, compartilhando informações. Um dos objetivos da rede, que possui uma comunidade voltada para a área de RH, é que as pessoas compartilhem seus conhecimentos, colaborem com ideias, falem sobre a sua área de atuação profissional e explorem suas competências”

Na web 
O executivo está no Twitter, Facebook e LinkedIn para reforçar o networking.


 

 

Marcello Zappia

, diretor de desenvolvimento humano e organizacional da TIVIT:

“A TIVIT utiliza com bastante sucesso algumas redes sociais para auxiliar em processos de contratações. O LinkedIn é uma das mais usadas, já que permite a divulgação em grupos específicos de conhecimento ou função, como programadores Java e Cobol, e gerentes de projetos, e por possuir grupos de RH e de atuação segmentada, inclusive divididos por região – o que facilita nossa procura já que precisamos de profissionais com um perfil bem particular. Usamos também o RHTI, rede voltada ao RH, na qual executivos de recursos humanos trocam informações e buscam profissionais para a área de TI”

 

 

Na web 
Zappia utiliza o Facebook para contato pessoal com amigos e familiares e o LinkedIn, para assuntos profissionais.


 


Carolina Risso
, gerente de pessoas da Brasilprev:

“A Brasilprev ainda está em processo de estudo sobre sua inserção nas redes sociais. A área de gestão de pessoas possui parceria com um site de recrutamento on-line e, por enquanto, é por lá que divulgamos as vagas internas e buscamos os candidatos. Utilizamos apenas o LinkedIn, já que a ferramenta proporciona mais facilidade de pesquisa de contatos e consulta ao perfil e histórico profissional do candidato”

 

Na web 
A executiva não participa de nenhuma rede social, apenas acompanha as notícias sobre o assunto e utiliza o LinkedIn por meio dos analistas que trabalham com ela.

#Q#

Cesar Palmieri, diretor de RH do Grupo i9, empresa focada em tecnologia e inovação empresarial:

“Já fizemos mais de dez contratações por meio de contatos em redes sociais nos últimos dois meses e as utilizamos pela facilidade de acesso e pelo grande número de informações disponíveis, inclusive recomendações de outros profissionais. Nossa primeira fonte de contratação são as indicações de pessoas da própria empresa, o que não deixa de ser uma rede social. A internet é a segunda. Usamos principalmente o LinkedIn, pelo seu foco profissional e por possuir grupos específicos de profissionais, como Desenvolvedores.Net e Consultores no Brasil. Além disso, divulgamos vagas pelo Twitter
e Facebook”

Na web O executivo está no LinkedIn, Facebook e Twitter para reforçar o networking e buscar notícias.


 

Marina Ramos

, recrutadora da Accenture:

“Utilizamos principalmente o LinkedIn, que é a melhor delas para o trabalho de R&S, além de ser bastante interessante para mapear o mercado. Já o Twitter e o Facebook são mais para divulgação da marca. Há seis anos, dependíamos muito de anúncio para preencher uma vaga e do trabalho de um headhunter. Hoje, o LinkedIn melhorou meu trabalho em 100%, passo o dia todo com ele aberto. Como atuo numa área muito técnica, consigo ter acesso a vagas de outras empresas, ver o que está acontecendo no mercado. Vemos e somos vistos”

Na web
Marina usa o Facebook e o LinkedIn tanto para questões pessoais quanto profissionais e como fonte de conhecimento.

 

Compartilhe nas redes sociais!

Enviar por e-mail