Apenas um em cada dez executivos é fumante

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Tabagismo: Crédito: Shutterstock
Crédito: Shutterstock

Voltando no tempo, quem ousaria dizer que as reuniões seriam desprovidas de tabaco? Até o fim do século 20, era comum observar os executivos tragando um cigarro atrás do outro, lotando os cinzeiros das salas de reunião. Mas este cenário mudou. Maior consciência dos males desse vício, estilo de vida mais saudável e medidas restritivas (proibir o fumo em locais fechados) ajudaram a transformar o executivo do século 21 em uma pessoa mais saudável. É o que revela a pesquisa realizada pelo Vita Check-Up Center, clínica especializada em check-ups para executivos.

De acordo com levantamento sobre o nível de tabagismo, feito com mais de 12 mil executivos (sendo 72,7% homens e 27,3% mulheres), o tabagismo ativo está presente somente em 10% dos executivos, representando 1.251 profissionais. “A pesquisa mostrou que 8,5% das mulheres e 10,6% dos homens são fumantes ativos. Isso só reforça que, hoje, há preocupação maior com a saúde”, afirma o diretor do Vita Check-Up, Antonio Carlos Till.

Apagando a ideia
Segundo o estudo, outros fatores que ajudaram na redução do tabagismo foram o aumento das medidas de restrição do cigarro, incluindo proibição de publicidade, lei antifumo em locais fechados e realização de campanhas antitabagistas.

Entretanto, a maior conscientização dos malefícios para a saúde é vista como fator crucial para essa redução. “O cigarro pode aumentar em 300% as chances de ataques cardíacos e, além de impulsionar outras doenças graves, está associado a 26% das mortes por todos os tipos de câncer, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer”, alerta, Antonio Carlos Till.

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