Carreira e Educação

Capacitação em inglês impulsiona o sucesso das empresas

Lúcio Sardinha
3 de Março de 2015
Lúcio Sardinha / Crédito: Divulgação
Lúcio Sardinha, CEO da Up Language / Crédito: Divulgação

É cada vez maior o número de empresas que buscam internacionalizar sua maneira de fazer negócios. Uma pesquisa da JPMorgan Chase revelou que 61% das empresas de porte médio atuaram nos mercados internacionais em 2013, comparado com 58% em 2012 e 43% em 2011. Essa tendência obriga os profissionais envolvidos a buscar a melhor comunicação com clientes, colegas, fornecedores e parceiros fora dos seus mercados. As empresas com maior chance de sucesso nessas condições são aquelas em que os funcionários têm habilidades e treinamento para comunicar-se eficientemente com quem quer que seja. E aí o código mais utilizado, de longe, é o inglês.

Essa realidade faz com que sejam significativos os ganhos em produtividade nas empresas que adotam o inglês como segunda língua. Em uma pesquisa da Unidade de Inteligência Econômica com 572 executivos de companhias multinacionais, quase metade admite que mal-entendidos prejudicaram ou influenciaram negativamente acordos internacionais importantes, resultando em prejuízos para suas empresas. Esse número é ainda maior para executivos de empresas brasileiras e chinesas, onde 74% e 61%, respectivamente, admitiram ter vivenciado esses problemas.

No plano macroeconômico, a relação entre proficiência em inglês e renda nacional bruta per capita sugere um círculo virtuoso. Na proporção em que aumentam as habilidades de inglês sobem os salários. Isso, além de tudo, proporciona aos governos e indivíduos mais dinheiro para investir no ensino de inglês.

Habilidades
O benefício também se aplica a outra esfera, onde habilidades de inglês incrementadas permitem aos profissionais buscarem empregos melhores e galgar condições de vida mais satisfatórias. A credibilidade de um executivo brasileiro pode ser colocada em dúvida simplesmente pela falta de condição de usar a língua estrangeira de forma articulada e precisa para convencer superiores de um fato ou estratégia novos. Normalmente, o executivo se submete ao invés de se arriscar. Vale lembrar que os grandes chances estão lá fora.

Práticas
Algumas das principais práticas nos negócios melhoram seu desempenho em função das habilidades da conversação em inglês. Por exemplo:

* As conversações em inglês no ambiente de trabalho produzem resultados mais padronizados, resultando em esforços de equipe mais bem coordenados.
* As conversas com clientes se tornam mais produtivas quando mais funcionários podem participar ativamente dominando o código linguístico.
* Metas são universalmente compreendidas, o que ajuda a reduzir erros devido à falta de comunicação quando há pouco conhecimento do inglês.

Também podemos observar, quanto às habilidades dos colaboradores relativas à leitura e escrita em inglês:

* Escrever e-mails e relatórios tornam-se atividades menos morosas quando o inglês passa a ser um segundo idioma integrado.
* Mais trabalho impactante é produzido por causa da capacidade de integrar habilidades e informações em inglês.
* Uma gama mais ampla de informações é retida, e com maior insight, com o domínio desse segundo idioma.

The Economist
Se a adoção do inglês como segundo idioma nas empresas já é relevante para a boa performance nos negócios, escolher este idioma como língua franca pode ser um fator ainda mais transcendente. Segundo matéria da revista britânica The Economist, publicada em 2014, cresce em todo o mundo o número de empresas que adotam o inglês como língua oficial, mesmo com suas matrizes instaladas em países sem o inglês como língua nativa.
Há algumas razões óbvias, de acordo com a publicação, que têm levado empresas a adotar uma língua franca. Optando pelo inglês, fica mais fácil recrutar estrelas globais (incluindo os membros do conselho), atingir mercados globais, montar equipes globais de produção e integrar com mais facilidade as aquisições estrangeiras.

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