CEO da SHRM é presença confirmada no CONARH 2012

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    > Programado para acontecer no período de 13 a 16 de agosto, no Transamerica Expo Center, na capital paulista, o CONARH ABRH 2012 traz como tema central Acelerar para Competitividade: O Desafio Humano e já conta com a confirmação de dois palestrantes internacionais em sua programação: dos EUA virá Hank Jackson, CEO e presidente da Society of Human Resource Management (SHRM), enquanto a Espanha será representada um de seus mais renomados especialistas em gestão – Javier Fernández Aguado (veja abaixo). Em um rápido pingue-pongue, Jackson fala dos planos para esta que será a sua primeira viagem ao Brasil. A propósito, o CONARH ABRH é considerado o maior evento de gestão de pessoas da América Latina e mundialmente perde apenas para o evento promovido pela própria SHRM.

    Esta é sua primeira viagem ao Brasil?
    HJ – Sim, e venho com o único propósito de participar do CONARH ABRH e estreitar relacionamento com a presidente da ABRH-Nacional, Leyla Nascimento, e com a coordenadora do evento, Elaine Saad, que, em 2011, participaram da conferência anual da SHRM.

    Qual é a sua expectativa com a vinda ao país?
    HJ – Acredito que haverá grandes oportunidades de interagir com profissionais seniores de RH do Brasil, para trocar informações sobre os desafios e as oportunidades que temos em comum quando encaramos RH como um negócio. Eu também ficaria muito feliz em falar para um segmento mais amplo de recursos humanos sobre as iniciativas da SHRM relacionadas à maneira como a área pode atuar nas organizações. Uma das frentes é determinar regras globais para o nosso segmento.

    Qual é a sua visão sobre as práticas em gestão de pessoas no Brasil?
    HJ – Um de meus objetivos é compreender como os empregadores brasileiros gerenciam seus funcionários e em que pontos suas políticas são diferentes das existentes nos EUA. O Brasil ocupa uma posição privilegiada, com crescimento econômico invejável. Ao mesmo tempo, há uma preocupação com a volta da inflação e, por conta da conexão da economia global, as empresas têm sido impactadas pela crise internacional. Estou interessado em saber como as práticas em gestão de pessoas no Brasil podem ser ajustadas a este ambiente complexo.

    Que contribuições os EUA podem deixar para o Brasil e vice-versa?
    HJ – Os empresários de cada país vivem experiências específicas e podem aprender muito uns com os outros. Os EUA podem aprender como fazer gestão de pessoas em ambientes em constantes mudanças e a desenvolver o apetite para mudar. Nos últimos anos, o governo federal americano e o setor privado implementaram arranjos mais flexíveis de trabalho nas relações entre o empregador e o empregado. Ambos os países, Brasil e EUA, podem fazer mais nessa área, pois as evidências apontam que, com a flexibilidade, os empregados são mais engajados, produtivos, menos estressados e mais saudáveis.


     

    Direto da Espanha
    Expert em gestão de pessoas e organizações, o espanhol, Javier Fernández Aguado (foto) é sócio-diretor da consultoria Mindvalue e criador de seis diferentes modelos de gerenciamento organizacional, dentre os quais Gerenciando o imperfeito e Patologias organizacionais.

    Renomado palestrante, ele faz parte do Top Ten Management Spain, clube que acolhe os dez pensadores espanhóis mais importantes na área de gestão, e do Top Ten Speakers, que reúne os dez conferencistas da Espanha de maior relevância nas áreas empresarial e econômica. Aguado também é autor de mais de trinta livros voltados ao mundo corporativo, entre eles El alma de las organizaciones (A alma das organizações), foco de sua apresentação no CONARH.

     

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