Como não cometer gafes em inglês nos negócios

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O baixo índice de fluência do inglês no Brasil vem se tornando uma realidade, ao ponto de refletir de forma significativa no ambiente de negócios. Segundo pesquisa realizada pela Catho no Brasil, a língua inglesa é o idioma estrangeiro mais presente no mercado, entretanto apenas 3,4% dos candidatos à vaga conseguem se comunicar fluentemente em assuntos variados no idioma.

De acordo com Elvio Peralta, Diretor Superintendente da Fundação Fisk, detentora da marca PBF “Nos dias de hoje, tanto os profissionais no início de sua carreira quanto os mais experientes necessitam de um bom conhecimento da língua inglesa, tanto oral quanto escrito, para obter uma progressão no âmbito profissional. Por isso, nossos cursos trabalham exatamente com este objetivo; buscamos conhecer as limitações e dificuldades do aluno, executivo ou não, para possibilitar que ele se supere a cada aula”, afirma Peralta.

Confira algumas dicas sobre do professor Elvio Peralta para os executivos evitarem gafes em inglês no ambiente corporativo:

Não fazer traduções de expressões do português para o inglês – O uso dos chamados “falsos cognatos” pode levar o executivo a situações embaraçosas.

Revisar a formulação de perguntas no passado – Fique atento, somente use verbos no passado quando necessário. Exemplo: ao utilizar o “did”, os demais verbos da pergunta devem ser mantidos em sua forma original, como na seguinte frase: “Did you see that?”.

Evitar erros ao usar palavras no plural – Conheça o plural das palavras e cuidado com as que seguem o mesmo formato, tanto para o singular quanto para o plural. Exemplos: “news” (notícia / notícias), “luggage” (bagagem / bagagens) e‘information’ (informação / informações).

Se familiarizar com termos e jargões utilizados no mercado internacional – Conheça termos como: “bottom line” (lucro ou déficit de uma empresa); “turnover” (rotatividade de funcionários dentro de uma empresa, ou quantidade de negócios efetuados dentro de um período de tempo); “overhead” (despesas operacionais); e “cover letter” (carta de apresentação).

Usar corretamente “resume” e “summary” – Não confundir “resume” (currículo), e “summary” (resumo).

Treinar a pronúncia – É importante que o profissional escute sua própria pronúncia e compare com a original, afim de que se aproxime o máximo possível de um falante nativo.

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