Constelação organizacional e a evolução do modelo de RH da GE

Com ele, mudança na periodicidade do processo de avaliação de desempenho se tornou contínuo e com menor periodicidade

16 de agosto de 2016
José Luiz Weiss, sócio da Corall

José Luiz Weiss, sócio da Corall

Em princípio pode parecer um pouco esotérico, especialmente para quem não tem familiaridade com o conceito, mas a constelação organizacional é uma ferramenta interessante para tratar temas como definições estratégicas e também revelar situações desconhecidas e invisíveis no dia a dia.

Segundo José Luiz Weiss, sócio da Corall Consultoria, a constelação organizacional é aplicada há cerca de 20 anos no Brasil. Ele explicou que essas situações ocultas e desconhecidas são reveladas em uma dinâmica de grupo na qual a partir de uma questão levantada pela gestão, são escolhidas algumas pessoas para representar elementos do sistema, observando a forma como elas interagem entre si.

Ana Lucia Caltabiano, vice-presidente de RH para a América Latina da GE, que dividiu o palco com José Luiz, revelou que a metodologia é interessante “porque não agride nem polariza, ela humaniza e permite às pessoas se expressarem sobre seu momento, bem como não traz uma sensação de imediatismo. As pessoas têm claro que é um processo contínuo”.

A executiva ainda destacou que a aplicação da constelação organizacional deve ser discutida com o gestor para obter melhores resultados. Ana Lúcia comentou ainda que inicialmente houve estranheza quando a área de RH decidiu aplicar a constelação em seu dia a dia. “Não é natural para o líder de negócio escutar esse termo, mas é importante apresentar o resultado que ele proporciona”.

E um dos primeiros resultados da evolução do modelo de gestão de RH na GE foi a mudança na periodicidade do processo de avaliação de desempenho que não é mais anual, mas contínuo e com menor periodicidade.

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