Estudo revela tendências de mobilidade global

Da Redação
22 de novembro de 2017

Atualmente, é crescente a demanda pelas organizações de uma força de trabalho internacional móvel. No entanto, os trabalhadores não estão mais tão dispostos a aceitarem a expatriação. Esta foi uma das descobertas do estudo sobre mobilidade global 2017 realizada pela auditoria BDO em conjunto com Canadian Employment Relocation Council (CERC).

A segurança no emprego e, especialmente, a repatriação e o posto de trabalho garantido após o retorno continuam a ser os incentivos mais importantes para que o talento considere as atribuições internacionais. Logo em seguida, vem os incentivos que abordam diretamente as questões familiares e o treinamento de habilidades.

O estudo revela ainda que fatores fora dos muros da organização, como a política do governo — mais especificamente relacionados aos cuidados de saúde, imigração e segurança social — passaram a desempenhar um papel maior na decisão dos profissionais de se mudar.

O relatório também sugere que, mesmo com incentivos monetários e de carreira, os funcionários mostram uma menor prontidão para se mudar, em comparação com os dados da edição de 2012 desta pesquisa.Apenas 18% da força de trabalho mostrou-se propensa a trabalhar em outro país, contra 25% em 2012.

Os EUA continuam a ser o destino preferido pelos expatriados, seguido do Canada, Grã-Bretanha e Austrália. Todavia, um menor número de empregados (30%) quer trabalhar nos EUA em comparação com 2012 (34%).

Sobre o estudo
A pesquisa foi realizada de fevereiro a março de 2017 e aproximadamente 14.500 entrevistados nos seguintes países: Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Índia, Itália, Japão, México, Polônia, Rússia, África do Sul, Coréia do Sul, Espanha, Holanda, Turquia e EUA.

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