Faltam regras

17 de outubro de 2011

Apesar da preocupação das empresas com a atração e retenção de talentos, pesquisa recente do Hay Group aponta que 84% delas não possuem políticas estruturadas nesse sentido. Segundo o estudo, a maior parte das organizações ainda faz uma gestão da retenção sem regras preestabelecidas. Entre as companhias com programas estruturados de retenção, 35% aumentaram seu investimento em relação ao ano anterior. Mas o foco desse investimento ainda é no curto prazo: 71% dos programas formais focam um prazo de retenção de dois a três anos. Isso quer dizer que atuam muito mais para sanar um problema já identificado do que de maneira preventiva.


A gerente da área de pesquisas corporativas do Hay Group, Caroline Marcon, explica que as empresas precisam se conscientizar da importância de manter uma estrutura – mesmo pequena – que estabeleça critérios básicos do que pode ou não ser praticado em prol da retenção, como ações de remuneração e desenvolvimento acelerado. “É preciso, ainda, identificar quem são os profissionais-chave, alvo de retenção, e adotar medidas específicas para este público”, completa.










 

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