Maioria das empresas brasileiras não colabora para montagem de home-office

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A prática de home-office é uma tendência crescente entre as empresas brasileiras. Mesmo assim, não é comum que elas colaborem na montagem destes espaços na casa de seus colaboradores. Segundo uma pesquisa da empresa de soluções flexíveis de espaços de trabalho Regus, pouco mais de um quarto das companhias brasileiras tem esta prática.

Para transformar seu escritório de casa em um ambiente profissional, um em cada dez profissionais afirma gastar valor maior do que um salário. Instalação de móveis, aquisição e manutenção de equipamentos como computadores e telefones pode custar até R$ 1.000,00 por mês para um empregado, segundo o relatório.

Para as empresas, ajudar na montagem de um ambiente de trabalho adequado pode parecer um gasto desnecessário, mas é um investimento importante para a motivação e o foco daquele colaborador que precisa trabalhar em casa. Otávio Cavalcanti, diretor da Regus no Brasil, sugere que as empresas invistam em locação de ambientes de trabalho compartilhado (co-working) mais próximas às residências dos colaboradores como uma solução intermediária para este problema.

A pesquisa entrevistou 44 mil executivos sêniores, em mais de 100 países. No Brasil, a pesquisa foi aplicada nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.

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