Gestão

O que vestir, falar e como se comportar nas viagens em que você representa sua empresa

Divulgação
7 de julho de 2014

Viajar a negócios exige alguns cuidados de etiqueta corporativa para não fazer feio quando for representar a empresa em uma reunião com clientes, parceiros, eventos, reuniões, etc. É fundamental lembrar que o aceitável é aquilo que não invade o espaço dos outros. A questão é como detectar esse limite para, além de não prejudicar a empresa, também não manchar sua imagem. A regra de ouro é lembrar-se continuamente de que a viagem não é a turismo e sim a negócios. O lazer pode fazer parte, desde que os compromissos profissionais tenham sido encerrados.

No entanto, para evitar um possível mal-estar, a empresa Tour House, especializada em viagens corporativas traz algumas dicas para evitar possíveis gafes do viajante corporativo. Confira:

Cuidados no hotel
Embora temporariamente de propriedade do hóspede, o quarto de hotel não é território livre. Não use a chapa da cafeteira para esquentar sanduíches, o ar-condicionado ou a parte de trás do frigobar para secar roupa e nem pendure roupas no banheiro. Ligar o chuveiro no máximo e fechar a porta para “passá-las” com o vapor, nem pensar! Afinal, além do desperdício de água, a umidade deixa marcas. Há pessoas para arrumar e limpar, mas nem por isso devemos correr o risco de sermos mal vistos e, consequentemente, menos bem tratados.

Bebidinhas e comidinhas
Outra dica é: não abuse do frigobar. A empresa pode pagar a conta, mas as consequências do excesso podem custar alto para você. Por isso, desfrute das comidinhas e bebidinhas quando pagar por elas. A atitude contrária dá margem à conclusão de que o dinheiro dos outros pode ser esbanjado, implicando em falta de respeito. O mesmo vale para o uso do telefone do hotel. Logicamente, ele deve ser usado profissionalmente e pode servir para fins pessoais. O último caso se limita a telefonemas rápidos ou urgentes.

Vestuário e comportamento
Quanto à roupa, menos é mais. Esta máxima de etiqueta universal vale até para o momento de fazer as malas. Nada de bagagem enorme nem várias sacolas. Ao separar a roupa, é preciso ser racional. As peças ideais são as clássicas: tailleur e vestido para as mulheres, terno para os homens, além de casacos e sobretudos se estiver frio. Para levar no avião, pense em uma das chamadas malas de bordo para colocar documentos, o laptop e outros objetos de valor. Uma muda de roupa e um par de sapatos também nunca são demais. É melhor prevenir.

Discrição nunca é demais
Quando chegar ao destino, seja discreto no vestuário. Mesmo que o evento esteja ocorrendo num resort do Caribe, não vá de bermuda ou de minissaia. Também não vale lembrar-se de piadas durante o almoço e nem se acabar na balada depois da programação. Acredite: esses comportamentos não pegam bem. Mesmo. Afinal, mudar de ambiente não significa deixar a seriedade e o profissionalismo na empresa.

No exterior:
Seja moderado nos cumprimentos
No Brasil, apertos de mão, abraços e até beijos nas mulheres são aceitáveis, mas, no exterior, não dê tapinhas nas costas, sorrisos insistentes ou demonstrações de intimidade. O melhor é o olho no olho e um aperto de mão firme. Deixe o anfitrião tomar a iniciativa, mas tenha sempre à mão os cartões de visita. Nos negócios: não toque no interlocutor. Não pergunte sobre a vida pessoal, nem fale da sua. Ceda sempre a passagem. Não fofoque sobre os colegas. Cuidado com a bebida. Seja pontual. Ouça duas vezes mais do que fala.

Conheça seu país anfitrião
Lembre que cada país tem os seus costumes. Na Grã-Bretanha, siga o tema abordado pelo anfitrião. No almoço, o tema é, de fato, negócios. No jantar, é possível falar apenas amenidades. Caso seja homem, não coloque a mão no bolso durante a conversa. Essa postura é interpretada como falta de delicadeza. Na Alemanha, a separação entre a vida pessoal e a profissional é rígida, ou seja, nada de perguntas como “você é casado (ou casada)”?

#L# Nos países islâmicos, qualquer contato físico entre os sexos é mal visto. Ao sentar, cuidado ao cruzar as pernas. Mostrar a sola dos sapatos é considerado grosseiro por expor uma parte suja do vestuário. Já no Japão, o cartão de visitas é indispensável. Dê primeiro o seu e receba o da outra pessoa com as duas mãos. Já os chineses utilizam eufemismos e rodeios e não dizem “não” abertamente.

Procure entrar no espírito e pesquisar seu destino antes de embarcar, informando-se sobre a cultura e normas de etiqueta locais. Essa atitude demonstra consideração com os anfitriões.

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