O que você queria ser

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Antes de “pilotar” empresas, muitos brasileiros queriam mesmo era comandar um avião

Praticamente um em cada três usuários do LinkedIn pesquisados ao redor do mundo afirmaram trabalhar atualmente na profissão sonhada na infância ou seguem uma carreira relacionada. Os profissionais que disseram não ter a profissão sonhada na infância citaram como a principal razão para isso o fato de, conforme foram ficando mais velhos, terem se interessado por uma carreira diferente (43,5%).

“Os trabalhos a que aspiramos quando criança são a janela para nossas paixões e talentos”, diz Nicole Williams, expert de carreira do LinkedIn. “Identificar e entender essas paixões são a chave para melhorar nossa performance e aproveitamento no trabalho que fazemos atualmente, mesmo se não forem relacionados à carreira que sonhamos quando crianças.”

Mais de 70% dos profissionais disseram que a característica mais importante da profissão dos sonhos é “Ter prazer no seu trabalho”. Em segundo lugar está “Ajudar os outros” (8%), seguido de “Um bom salário”, com um pouco mais de 6% da escolha dos profissionais.

O LinkedIn também deu uma olhada no número de usuários da rede que têm carreiras bem legais. Por exemplo, existem atualmente mais de 49 mil usuários no Brasil que são arquitetos, mais de 34 mil que são estilistas de moda e mais de 31 mil que são CEOs. Há também 15 arqueólogos, mais de 90 joalheiros e mais de 600 especialistas em vinho/cerveja por aqui.


Aspirações brazucas
Engenheiros, professoras e atletas olímpicos. Estes eram alguns dos sonhos dos brasileiros que participaram da pesquisa. Confira, abaixo, as principais profissões dos sonhos na infância… 

… entre os brasileiros:
> Engenheiro (15%)
> Piloto de avião ou helicóptero (7,9%)
> Professor (7,4%)
> Cientista (6,6%)
> Atleta profissional ou olímpico (5,1%)

… entre as brasileiras:
> Professora (15,6%)
> Médica ou enfermeira (6,2%)
> Escritora, jornalista ou romancista (5,6%)
> Veterinária (5,6%)
> Advogada (5,6%)

 

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