Orizon cria crachá para aproximar mais os colaboradores

Olavo Dias
30 de junho de 2017

Nele, além do nome, também aparecem interesses pessoais, como hobbies

Os colaboradores da Orizon, prestadora de serviços médicos para empresas, buscam um novo bom hábito: olhar o crachá de alguém com atenção para conhecer seu nome e seus interesses. Conexões entre pessoas começam com uma espécie de dança de dois passos: descobrir seus nomes e seus interesses comuns. Música, lugares, esportes, hobbies, alguém conhecido… como facilitar esse processo previsível e decisivo?

Os times de desenvolvimento organizacional e de inovação responderam a isso em conjunto, projetando um crachá diferente. Ele apoia a estratégia da empresa em fortalecer a capacidade de as pessoas se conectarem e dialogarem mais e melhor para gerar novas soluções.

Os ícones eliminam o incômodo natural de assumir que não decoramos o nome de gente que já encontramos, “é constrangedor assumir que ainda não sei o nome e disfarçar  tentando ler aquelas letrinhas pequenas”, destaca o presidente da Orizon, Mario Martins. Olhar o crachá em um encontro passa a ser um gesto de consideração genuína, de cortesia. É importante salientar que não se trata de querer que todos tenham “um milhão de amigos”, mas sim de estimular o número e força das conexões do grupo.

“O novo crachá apoia a sustentação de um bom hábito básico para a conexão do time. Incentivar melhores conexões fortalece a qualidade do debate e a execução de ideias na empresa. Se uma ideia não vira hábito. ela só existe na imaginação. Isso significa que além de gente boa, são necessários novos processos e incentivos que sustentem a formação de bons hábitos. A cultura acaba sendo o que fazemos habitualmente. Nós precisamos inovar para fortalecer nosso capital humano e ter nele um diferencial competitivo”, completa Martins.

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