Gestão

Pesquisa mostra que expectativa de emprego no Brasil não são otimistas

Divulgação
17 de Março de 2015

Um estudo recente divulgado pelo ManpowerGroup, sobre a Expectativa de Emprego no Brasil para o segundo trimestre de 2015 não é das mais animadoras. O levantamento indica que os empregadores brasileiros preveem um ritmo lento de contratação para o período de Abril/Maio/Junho de 2015. Enquanto 18% esperam aumentar as contratações, 15% antecipam uma queda em seus quadros e 65% acreditam que vão manter suas equipes intactas. Com os dados ajustados, permitindo a variação sazonal, o índice da intenção de contratação é de -1%. É a primeira vez que o Brasil apresenta um índice negativo desde que o estudo se iniciou no país, no 4º trimestre de 2009.

“As intenções de contratação no Brasil continuam em declínio e alguns fatores podem explicar isso. O aumento da inflação afeta a economia e os empregadores em geral acreditam que este será um ano difícil, com baixo investimento e pequeno crescimento. O índice de -1% indica que o ritmo de contratação será decepcionante nos próximos meses. No entanto, o estudo apresentou alguns pontos positivos, como o de que grandes empresas possuem intenções de ampliar suas equipes durante o próximo trimestre. Além disso, em quatro, dos oito setores ouvidos esperam algum crescimento nas intenções de contratação nos próximos três meses e algumas oportunidades estarão disponíveis em setores como o de finanças, seguros, agricultura, mineração, pesca e varejo”, afirma Riccardo Barberis CEO do ManpowerGroup Brasil.

As mais fortes intenções de contratação são reportadas no setor de Finanças, Seguro e Imobiliário, com uma Expectativa Líquida de Emprego de +16%. O setor da Agricultura/Pesca e Mineração apresentou sinais encorajadores para quem busca oportunidades na área, com índice de +9%. No entanto, cortes são previstos em quatro setores. O índice mais fraco está no setor da Construção com -12%, acompanhado pela Indústria, com -9%.

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