Prender pelas redes

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    Hohagen, do Facebook: o amor e o apego das novas gerações com tecnologia não podem ser desperdiçados

    O medo das empresas de perder produtividade não justifica o banimento das redes sociais. Este foi um dos motes do vice-presidente do Facebook para a América Latina, Alexandre Hohagen, durante a palestra Redes sociais: reinventando as organizações. Para ele, uma postura intransigente dos empregadores contra as redes sociais pode causar problemas para as próprias companhias. “As pessoas mudaram. O amor e o apego das novas gerações com tecnologia não podem ser desperdiçados”, disse. Citando uma pesquisa da Clearswift que aponta que 21% dos profissionais trocariam de empresa se tivessem o acesso às redes bloqueado, ele argumentou: “As organizações precisam encontrar maneiras de trazer a internet social para os seus negócios”.

    Hohagen destacou, também, a importância das redes sociais para gerar o tão sonhado engajamento nos funcionários e para a atração e retenção de talentos. Para isso, ele citou o caso da Best Buy, varejista norte-americana. Com problemas na retenção dos vendedores a rede chegou a ter 61% de turnover a criação de uma rede social chamada Best Buy Blue Shirt Nation para os profissionais teve efeitos muito positivos. “Entre os participantes da rede, a empresa reduziu o turnover para quase 12%”, contou.

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