Razões e caminhos

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Leyla Nascimento
Leyla Nascimento, presidente da ABRH-Nacional

O mundo ficou menor, as fronteiras são mais porosas, as pessoas estão mais conectadas entre si. Em um ambiente em que as distâncias físicas diminuem graças à tecnologia, vamos assistindo a consolidação de uma era calcada não somente na informação, mas, sobretudo na colaboração. De diversas partes do planeta, talentos são capazes de construir uma empresa mais eficiente. De todas as partes do mundo, é possível unirmos nossas forças para a construção de um futuro melhor, mais sustentável, mais humano. Em plena onda tecnológica.

No entanto, os novos benefícios também trazem novos desafios. No âmbito das empresas, por exemplo, um deles ganha novos contornos em função de já fazer parte da agenda: como devem atuar, nesse contexto colaborativo, as atuais e futuras lideranças?

Há muito se discute o desenvolvimento de líderes. São inúmeros os executivos que passaram e tantos outros que passam por programas dessa natureza em suas empresas e descobrem por que é tão importante liderar e para quê liderar. Ter os propósitos na ponta da língua não é uma tarefa complicada, a grande questão é como colocar isso em prática, como tornar uma empresa competitiva, vencedora.

Sobre essa questão tem-se debruçado o professor de negócios da Ross School of Business, da Universidade de Michigan, e cofundador do Grupo RBL Group, David Ulrich. Considerado um dos maiores pensadores sobre recursos humanos, Ulrich estará presente na 40ª edição do maior evento sobre gestão de pessoas da América Latina, o CONARH, graças a uma parceria entre a ABRH-Nacional e a HSM.

#L# Autor, entre outros livros, de A transformação do RH – Construindo os recursos humanos de fora para dentro, ele defende que o maior desafio do RH, hoje, é contribuir para que suas empresas tenham sucesso. Para tanto, a área deve entender o que clientes e investidores precisam. Sem deixar de lado, é claro, de ajudar os atuais e futuros líderes a entenderem os “porquês” de uma liderança motivadora e os “comos” alcançar essas metas. Mas isso é uma conversa para o CONARH! Conto com vocês lá!

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