Vez e voz para eles

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    Em uma iniciativa inédita, o congresso deste ano tem parte de sua programação reservada para debater sobre os jovens que ingressam em RH e propiciar que essa parcela de profissionais exponha seus anseios, expectativas, dúvidas e dilemas na carreira. Para conhecer mais o perfil desse público, o comitê temático do CONARH encomendou um levantamento à NextView People, empresa de pesquisas sobre tendências em gestão e desenvolvimento de pessoas. A chamada à participação no portal de empregos Vagas atraiu mais de 750 jovens, que puderam expor, em um questionário on-line, seus pontos de vista sobre a área de RH. Os resultados (veja quadro) serviram como norteadores para a equipe responsável por este eixo e liderada por Cláudia Falcão, diretora de RH e Sustentabilidade do Grupo Libra, definir os temas e palestrantes.

    Mais do que responder à pesquisa, Luiz Roberto Gobbo, analista de RH da Camargo Corrêa; Analu Araujo, analista de RH II do Banco Santander; Cintia Peres da Conceição, superintendente de RH da Ideal Invest; e Bruno Ferrante, analista de Desenvolvimento Organizacional da Syngenta, vão subir ao palco do evento para um debate no painel Olhando a empresa pelo ponto de vista do jovem. Outro painel vai reunir experientes executivos da área – Marco Dalpozzo, diretor de RH da L´Oréal; Paulo Amorim, diretor de RH para a América Latina da Dell; e Tatiana Sereno, diretora de RH da Philips Healthcare do Brasil -, em uma conversa para orientar os jovens sobre a carreira em recursos humanos. Um dos calcanhares de aquiles apontados pelos jovens na pesquisa, as boas estratégias de remuneração serão foco de palestra com a participação de dois experts da área: Hugo Rodrigues, diretor de remuneração e benefícios para o Brasil e Cone Sul da Unilever, e Leonardo Salgado, consultor do Hay Group. (TG)

    RH jovem
    As respostas obtidas pela NextView People no levantamento on-line dão boas dicas sobre os jovens que escolhem a carreira em RH. Um exemplo disso são os três motivos pelos quais eles fizeram essa opção:

    â–   32% disseram que é porque gostam de trabalhar com pessoas;
    â–   24%, por acreditarem que o fator humano faz a diferença;
    â–   22%, por entenderem ser uma área estratégica, já que é responsável pela contratação e pelo desenvolvimento de profissionais alinhados com os valores da empresa.

    Quanto às dificuldades da carreira, o que mais “pega” para os entrevistados é a falta de reconhecimento da profissão, o que, se depender da visão de futuro dos participantes, será superado, já que, contraditoriamente, 69% acreditam que a área de RH terá cada vez mais importância para as empresas e 46% acham que há chances de construir uma bela carreira com investimentos em qualificação.

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