Gestão

A importância do operacional para um RH estratégico

O RH operacional é o formato mais tradicional de gestão de recursos humanos

Da Redação
30 de outubro de 2018

A área de recursos humanos é, tradicionalmente, fundamental em qualquer modelo de negócio. Isso porque é o setor responsável por administrar, desenvolver e trabalhar com os ativos mais preciosos da organização: as pessoas. E com as crescentes mudanças e modernizações na administração das empresas, a gestão de RH também vem se reinventando todos os dias.

Crédito: Freepik

Esses avanços, por sua vez, exigem que o RH busque atualizações para deixar de ser visto somente do ponto de vista operacional, responsável apenas pelos processos relacionados aos colaboradores. “O mercado extremamente competitivo de hoje demanda a atuação de um RH verdadeiramente estratégico, que vá além das questões burocráticas”, explica diretora Administrativa da WK Sistemas, Cláudia Denardi Rutzen.

Afinal, é responsabilidade do RH garantir o desenvolvimento necessário para que os funcionários exerçam suas funções da melhor forma possível, bem como trabalhar para fazer o recrutamento de colaboradores alinhados aos objetivos da organização e para manter os seus talentos dentro da empresa. Por isso, a atuação desta área deve ser sempre condizente com os objetivos estratégicos e operacionais da organização.

O importante papel operacional da gestão de RH

Amplamente conhecido como departamento pessoal, o RH operacional é o formato mais tradicional de gestão de recursos humanos. Normalmente, ele exerce apenas funções burocráticas e é envolvido com procedimentos padrões, como folha de pagamento, ponto eletrônico, cargos e salários, recrutamento e seleção e medicina do trabalho, por exemplo.

Com foco em operacionalizar os processos, aqui o potencial estratégico fica de fora. Porém, a grande exigência e concorrência no mercado faz com que a automatização das rotinas operacionais ganhe mais espaço e, mais do que nunca, a tecnologia passa a ser usada em prol da otimização. Não à toa, um software de gestão de RH pode ser o maior aliado dos profissionais deste setor, pois integra processos e controles operacionais do departamento pessoal.

Consequentemente, o tempo destinado a essas atividades diminui, garantindo mais fôlego para que o RH se dedique a gerenciar os vários processos estratégicos, alinhando a gestão de pessoas com as perspectivas da companhia e, assim, otimizando os resultados. “Além disso, as soluções simplificam o eSocial, unificando todas as informações referentes à escrituração das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas e padronizando todos os seus processos, agilizando o cumprimento das obrigações legais. Assim, os profissionais de RH ganham velocidade para cuidar das demais atividades de forma mais tranquila”, complementa a diretora.

As atribuições do RH estratégico

Do outro lado da moeda, o RH estratégico é mais focado em atender às necessidades da companhia e atuar com o desenvolvimento da organização como um todo. Aqui, um dos princípios básicos é o de que esse setor trabalhe sempre em busca de resultados, focando em indicadores alinhados aos objetivos da empresa e que agreguem valor a ela e aos seus colaboradores. “Em outras palavras, é necessário que o RH se consolide no desenvolvimento de estratégias. E, nesse contexto, mais uma vez o suporte de uma solução automatizada pode ser fundamental na mensuração de resultados, métricas e na organização do banco de dados da empresa”, diz Cláudia.

Isso porque a gestão de RH estratégica deve ser norteada por dados precisos, fazendo diagnósticos organizacionais, propondo ações de melhorias e avaliando os resultados das ações propostas para conhecer a real efetividade delas. Não é de se estranhar, então, que esse modelo busque sempre utilizar soluções tecnológicas que sejam capazes de gerar informações importantes, consistentes e assertivas. Em suma, a ação deste departamento deve estar sempre focada na estratégia do negócio, que somente pode ser alcançada com a valorização dos talentos da força de trabalho.

Por isso, o ideal é que haja uma coexistência entre os dois modelos — operacional e estratégico, prezando sempre pelo bom desempenho e pela qualidade de vida das pessoas. Afinal, são os funcionários de um negócio que fazem com que ele atinja metas e conquiste bons resultados. “E na sua empresa, como o RH atua? Lembre-se: o futuro das organizações depende de um setor de gestão de pessoas que saiba como projetar tendências, desenhar cenários e buscar constantemente soluções inovadoras. Tudo isso, claro, executando com maestria todos os processos operacionais”, finaliza Cláudia.

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