Saúde

Câncer de mama: “Estimular a prevenção salva vidas”

Especialista explica sobre o câncer de mama e a importância da campanha Outubro Rosa nas organizações

Da Redação
11 de outubro de 2018

O Outubro Rosa, campanha criada para estimular a participação da população no controle do câncer de mama – que tem o objetivo de compartilhar informações sobre a doença e conscientizar a população para a redução da mortalidade, chegou ao Brasil há exatos dez.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. Segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes – INCA, somente neste ano a estimativa é de que 59.700 novos casos da doença sejam detectados, com um risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres

“O RH rosa”

Muito importante também nas organizações, o Outubro Rosa além de ser uma ação indispensável no mês da campanha, pode ser uma estratégia de significativos resultados positivos à gestão de saúde corporativa, pois promove e incentiva às funcionárias à realização de consultas preventivas.

“Os departamentos de RH devem orientar e cobrar dos funcionários a realização dos exames periódicos, além de promover fóruns e palestras explicativas a respeito de saúde, não só da mama, mas de outras patologias de um modo geral. Estimular a prevenção salva vidas”, diz o Dr. Rogério Fenile, Mestre e Doutor em Ciências Médicas pela Disciplina de Mastologia do Departamento de Ginecologia da UNIFESP e membro titular da Sociedade Brasileira de Mastologia, em entrevista ao portal da Revista Melhor Gestão de Pessoas.

A pedido do portal o Dr. Rogério Fenile separou e compartilhou algumas informações importantes sobre o câncer de mama. Confira!

Fatores de risco para o câncer de mama
O Dr. explica que a doença tem incidência esmagadora em mulheres do que em homens. “Podemos citar como outros principais, história pessoal de lesões de alto risco para câncer de mama, história familiar importante dessa patologia, uso de hormônios exógenos por mais de 5 anos, além de mutação genética especifica”.

Sintomas
“Os sintomas são muito variados: tumoração na mama, retração da pele ou do mamilo, alteração na consistência da mama, edema da pele mamaria ou fluxo papilar suspeito pelo mamilo são alguns dos principais”.

Tratamento
“As possibilidades de tratamento são várias e depende do tipo e estágio do tumor no momento do diagnóstico. Escolhemos duas ou mais modalidades dentre o grupo de cirurgia, quimioterapia, radioterapia, hormonoterapia e imunoterapia”.

Prevenção
“A prevenção inclui o autoexame mensal, a visita regular ao médico e a realização de exames periódicos de acordo com a faixa etária. Dependo a realização de mamografia anual a partir dos 40 anos”.

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