Carreira e Educação

Futuro do trabalho: Ministério abre consulta pública sobre o tema

Ministério do trabalho cria e-mail institucional para receber contribuições dos brasileiros sobre o futuro do trabalho

Da Redação
31 de outubro de 2018

Qual o futuro do trabalho? Esta pergunta, certamente, tem sido feita por profissionais, empresários e especialistas em carreira com muita frequência nos últimos anos. Isso porque o mundo tem passado por constantes transformações com os avanços tecnológicos. Assim, são redefinidas ou criadas novas profissões, novos perfis de profissionais com novos desejos e objetivos, novos mercados e novos modelos de trabalhos.

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Crédito: Freepik

Por estas razões, o Ministério do Trabalho criou o e-mail institucional futurodotrabalho@mte.gov.br para receber contribuições dos brasileiros sobre o futuro do trabalho.

Essa é uma das iniciativas do Comitê de Estudos Avançados Sobre o Futuro do Trabalho, que tem o objetivo de abrir diálogo direto com a população sobre o tema. O anúncio foi feito pelo ministro do Trabalho, Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello, durante reunião extraordinária do Conselho Nacional do Trabalho (CNT), ocorrida na última quarta-feira (22).

As propostas serão analisadas pelo comitê e o resultado será compilado para discussão junto ao CNT. De início, o ministério delimitou três assuntos que deverão ser abordados: presença das novas tecnologias nas atividades econômicas, impacto dessas tecnologias no mercado de trabalho e políticas públicas que promovam a inclusão de trabalhadores no processo de transformação.

O e-mail institucional vai funcionar como ferramenta de consulta pública e será administrado pelo comitê, aberto para todos que queiram contribuir com conhecimentos qualificados sobre os assuntos. Além disso, serão realizadas quatro audiências públicas nas seguintes capitais: São Paulo, Recife, Florianópolis e Belém.

Em relação à composição do comitê, hoje formado por 10 integrantes, o ministro atendeu a reivindicações das centrais sindicais e irá ampliar o colegiado com mais três representantes dos trabalhadores e três dos empregadores. Durante a reunião do CNT, as bancadas que representam patrões e empregados foram unânimes sobre o Ministério do Trabalho ser o ambiente adequado para as discussões sobre o futuro do trabalho.

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