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O CONARH de 2019: #humanize

Da Redação
12 de julho de 2019

Sandra Gioffi, diretora do CONARH e diretora-executiva de cultura digital da Accenture 

Sandra Gioffi, diretora do CONARH e diretora-executiva de cultura digital da Accenture/ Crédito: Divulgação

Vivemos na era da mudança exponencial! Carros autônomos, aplicativos que ajudam as minorias, comida a um clique, robôs que fazem visitas médicas ao leito dos pacientes, filmes em qualquer device e a qualquer hora, DNAs sendo modificados… Uma era em que o homem domou de verdade a tecnologia e emprestou a ela sua inteligência, a cognitiva! 

Mas a mais fantástica transformação é o impacto disso tudo no comportamento humano. O cliente, hoje, tem voz, tem jornada e exige personalização e experiência. CEOs reconhecem que o ativo mais importante é a pessoa e também que seus funcionários são mais maduros digitalmente que suas culturas organizacionais. Depois de tanta revolução, industrial, tecnológica, chegamos à revolução humana, na qual a tecnologia está a favor das pessoas. 

É verdade que alguns postos de trabalho estão em extinção, mas também outros novos e com mais significado surgem. Além disso, estamos democratizando o acesso a camadas mais simples da nossa sociedade. Um exemplo? Que formação é exigida para operar um drone? Em qual grande universidade um profissional tem de estudar para atuar com essa máquina? 

Com essa revolução, novas competências são exigidas: empatia; colaboração; adaptabilidade; capacidade de reinvenção, de cooperação etc. Em- presas estão abrindo mão de formação universitária para privilegiar a for- mação “humana”, na qual a ética e o respeito são amplamente valorizados. Entendem que prover conhecimento técnico e formação é mais fácil e mais barato do que prover as chamadas competências transversais. 

E como o profissional de pessoas está se posicionando nesse cenário? Quais casos concretos de sucesso e protagonismo temos no Brasil e no mundo para compartilhar? O que podemos aprender juntos para levar e disseminar nas nossas organizações, influenciando os gestores, líderes e as culturas para que esse crescimento exponencial seja sustentável? Como podemos fazer parte e não ficar de fora da nossa era – a era que todo profissional de RH sempre desejou? Agora, estão falando a nossa “língua”, o nosso idioma. De gente a gente entende! 

E vamos falar muito disso no CONARH 2019

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